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ENSINO/ GRADUAÇÃO

 

Carga Horária

1. Que carga horária semanal o(a) docente deve dedicar para as atividades de ensino?

A Lei n.º 12772/2012, que dispõe sobre a Carreira do Magistério Superior, estabelece que as atividades que compõem a carreira docente são: gestão, ensino, pesquisa e extensão. A distribuição da carga horária entre essas atividades deve prover as necessidades institucionais, sendo realizada pelas comissões de curso quando do planejamento do período letivo, e monitorada pela Chefia do Departamento. Todas são consideradas quando da progressão do(a) docente na carreira, porém, só existe um tempo mínimo legalmente definido para as atividades de ensino. A Lei de diretrizes Básicas da Educação de 1992, em seu artigo 57, determina que “nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de aulas”. É importante salientar que o ensino exige cada vez mais métodos ativos, que fazem com que a sala de aula não seja o único lugar onde se dá o processo de ensino-aprendizagem.

Para informações adicionais acesse:

Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)

Lei 12772/2012.

2. Como é feito o cálculo da carga horária de ensino?

A carga horária de ensino na graduação é calculada por meio da Pasta Verde, acessada pela intranet da Unifesp. Nela está registrada a carga horária – teórica e/ou prática – ministrada por todos os(as) docentes participantes de Unidades Curriculares (UCs). Além disso, somam-se as horas dedicadas ao ensino na pós-graduação, que não são lançadas na Pasta Verde, mas possuem outras formas de registro. Atualmente, está em desenvolvimento uma ferramenta da Pasta Verde para o registro de horas na pós-graduação – que, de todo modo, já contam para fins de progressão na carreira. Vale destacar ainda que, conforme haja a implementação efetiva da futura inclusão da extensão no currículo (curricularização) da extensão na Unifesp, haverá na Pasta Verde uma opção para contabilizar parte da carga horária das UCs como extensão.

3. Como a carga horária influi na progressão funcional?

A carga horária docente, seja a dedicada ao ensino, à extensão, à pesquisa ou à gestão, é um dos elementos considerados nos processos que avaliam os pedidos de progressão funcional. Atualmente, a Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) é a responsável por realizar essas avaliações, pontuando as atividades e/ou verificando seu equilíbrio.

Para mais informações, acesse a página da CPPD.

4. Quem responde pela atribuição da carga horária dedicada ao ensino?

Cada Unidade Curricular deve ter um(a) docente responsável, que é definido(a) quando da distribuição de atribuições pelas Comissões de Curso e Departamentos Acadêmicos, com a participação dos(as) próprios(as) docentes. Esse é um processo que deve envolver uma construção coletiva que torne todos os(as) corresponsáveis pelo curso e pela formação de estudantes.

5. A carga horária docente é diferente para o(a) docente em período probatório?

Não. A distribuição da carga horária do(a) docente que está em período probatório corresponde exatamente à mesma distribuição daquela do(a) docente efetivo(a), considerando o mesmo tipo de vínculo (se é, por exemplo, dedicação exclusiva, ou se tem carga horária de 20h ou 40h. E a distribuição das horas deve ocorrer da mesma forma. No caso da graduação a distribuição se dá pela via das comissões de curso e dos departamentos acadêmicos.

6. A carga horária docente é diferente em cada campus e curso?

A carga horária mínima é aquela prevista na LDB: oito horas semanais de atividades de ensino. Mas cada curso e cada campus adéqua a distribuição das UCs entre os(as) docentes nas instâncias a isso destinadas, como as Comissões de Curso, os Departamentos Acadêmicos e as Câmaras de Graduação dos Campi. O Regimento Geral da Unifesp prevê que as atividades docentes possam ser discutidas e atribuídas nas instâncias locais, seguindo as diretrizes legais e os regulamentos das pró-reitorias afins. Assim, mantém-se a coerência entre as diretrizes gerais da Universidade, atendendo ao mesmo tempo às peculiaridades e necessidades de cada contexto local.

7. O que seguir: o edital de contratação do(a) docente ou a necessidade do curso/campus?

No caso da graduação, as atividades docentes devem responder às necessidades dos cursos e do campus. Ou seja, é essencial que as atividades de ensino atendam ao que está previsto nos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC), em sintonia com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Unifesp (PDI) e com as diretrizes da Universidade. As atividades de ensino devem, ao mesmo tempo, considerar as necessidades do curso e tentar articular as contribuições que cada docente pode dar.

8. Quais as consequências para o professor, caso ele não atinja as oito horas/semana recomendadas pelo Ministério da Educação?

Em princípio, o(a) docente que não atingir as oito horas/semana recomendadas pela LDB pode receber uma avaliação insatisfatória no momento da progressão, e ficar sujeito(a) a questionamentos de órgãos internos e externos de controle. Contudo, entende-se que a partir das pactuações coletivas definidas nas Comissões de Curso, os(as) docentes tenham condição de registrar todas as demais as atividades desenvolvidas no seu plano de trabalho. Essas atividades, registradas nos formulários de progressão e justificadas, servem como comprovação do trabalho docente em todas as suas dimensões.

9. Como o(a) docente pode consultar sua carga horária?

É possível ao(à) docente consultar a carga horária de ensino realizada na graduação, por ano e UC, através da intranet (na opção Unifesp-Pró-reitoria de Graduação / Consulta de carga horária docente). Ali é apresentado um relatório com todas as UCs desenvolvidas no ano solicitado, e a carga horária computada para o(a) docente.

10. Há acompanhamento da carga horária em sala de aula?

A carga horária docente em sala de aula deve ser registrada na Pasta Verde. O processo de acompanhamento das atividades de ensino deve ser realizado pelo Coordenador de Curso, pela Comissão de Curso, e pela Chefia de Departamento. Naturalmente, os(as) estudantes também se manifestam nas instâncias decisórias em que têm assento sobre o andamento dos processos pedagógicos e sobre o cumprimento da carga horária nas UCs, entre outros aspectos.

11. Os professores têm autonomia para definir sua agenda de dedicação às Unidades Curriculares?

As pactuações para organização da oferta das UCs devem ocorrer nas instâncias pertinentes, como as Comissões de Curso e os Departamentos Acadêmicos, respeitando os Projetos Pedagógicos dos Cursos. Precisam seguir também o que está previsto no calendário acadêmico institucional, definido pela Pró-Reitoria de Graduação em conjunto com as Câmaras de Graduação dos campi e sua Direção Acadêmica. O calendário acadêmico é aprovado no Conselho de Graduação, que se reúne com frequência, tendo representantes de todas as Câmaras de Graduação.

12. Quanto da carga horária é presencial em sala de aula e quanto pode ser usada para correção de provas (incluindo substitutivas e exames), plantão de dúvidas ou visitas técnicas, por exemplo?

A carga horária é distribuída conforme combinado nas Comissões de Curso e nos Departamentos e de acordo com o Plano de Ensino. As atividades podem ocorrer em cenários diferentes e seguindo diferentes estratégias. Para efeito de registro, vale a carga horária total inscrita como “realizada” na Pasta Verde, composta atualmente por atividades teóricas e práticas. No futuro, haverá ainda campos específicos para UCs com horas dedicadas a extensão.

13. Como computar as atividades em ambulatórios ou em supervisão de residentes/estágios?

Os estágios da graduação são realizados em diferentes formatos, a depender de cada campus e de cada realidade. Alguns locais inscrevem essas atividades em UCs específicas, registrando-as, portanto, na Pasta Verde. Nesse caso, há sempre um(a) professor(a) responsável pela UC, podendo haver um(a) ou mais professores(as) colaboradores(as) que também têm sua carga horária registrada na Pasta Verde da UC. No caso das atividades em ambulatórios, estas podem compor a parte prática de determinada UC, ou mesmo compor um programa de estágio. Com relação à residência, esta é uma atividade atualmente vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, destinada à formação de profissionais já graduados(as). Portanto, é uma ação de extensão que abrange atividades de pós-graduação lato sensu, devendo ser registrada como tal no momento de solicitação da progressão funcional.

14. A pós-graduação lato sensu (especialização) entra na carga horária docente?

Nos processos de progressão docente, a carga horária destinada a cursos de pós-graduação lato sensu é considerada. Durante a divisão de atribuições de cada docente pelas Comissões de Curso e Departamentos, essa opção pode ser considerada, desde que não comprometa as atividades de graduação.

15. Docentes com cargos administrativos como Coordenação de Curso precisam cumprir as oito horas semanais de aula?

A divisão de tarefas entre os(as) docentes pode ser discutida nas instâncias pertinentes, como as Comissões de Curso e os Departamentos. A elas cabe definir quais atividades de ensino os(as) coordenadores(as) de curso e outros gestores(as) poderão ou não assumir. A dimensão da gestão (seja coordenação, chefia ou representação em comissões e câmaras) faz parte da atividade docente, e é também contabilizada quando da progressão funcional.

PASTA VERDE

1. O que é Pasta verde?

A Pasta Verde é um sistema informatizado de registro das atividades acadêmicas, em especial das Unidades Curriculares da graduação. Nela, o(a) docente responsável pelo preenchimento registra informações como: a carga horária de cada docente que desenvolveu atividades na UC; a frequência e a nota de estudantes. O nome Pasta Verde veio do fato de que, antigamente, antes do sistema informatizado, as notas eram registradas manualmente em formulários que eram guardados em pastas verdes físicas.

2. Como se acessa a Pasta Verde?

Só pode acessar a Pasta Verde o(a) docente responsável pela UC, ou a Secretaria Acadêmica. O(a) docente acessa a pasta verde por meio da intranet, com seu nome de usuário e sua senha. Após fazer o login, deve clicar no canto superior esquerdo (“Menu”). Aparece uma aba com várias opções; deve-se escolher a opção “Unifesp”. Abrir-se-á, então, um quadro dividido por setores da Unifesp. Nas opções vinculadas à Pró-Reitoria de Graduação fica o link-ícone para a Pasta Verde.

3. Onde se encontram informações (tutoriais) para efetuar o preenchimento da Pasta Verde?

O(a) docente deve acessar a Pasta Verde normalmente através da intranet (ver questão “Como se acessa a intranet?”). Entrando na Pasta Verde, clicar na aba “Manuais”, e escolher “Manual do Usuário”.

4. Quem é o responsável pelo preenchimento da Pasta Verde?

O(a) docente responsável pela UC (ou o coordenador da UC) é o(a) único(a) docente que pode acessar e preencher a Pasta Verde, mesmo que tenha havido a participação de outros(as) docentes durante o processo de ensino.

5. O preenchimento da Pasta Verde pode ser realizado fora da Instituição?

Sim. O acesso à Pasta Verde via intranet é possível a partir de qualquer computador.

6. Como ser incluído na Pasta Verde quando não se é o(a) docente responsável pela disciplina?

O(a) docente que colabora com alguma UC deve ter seu registro realizado (a) pelo(a) docente responsável pela UC, que é o(a) único(a) professor(a) a ter acesso à Pasta Verde.

7. Quem pode ser inserido na Pasta Verde (docente, TAE, estudante de pós)?

Como responsável da UC, apenas docentes da Unifesp podem ser inseridos na Pasta Verde. Como colaboradores, é possível registrar outros(as) servidores(as) (docentes ou não) formalmente vinculados à Unifesp e também pós-graduandos(as)/pesquisadores(as) vinculados(as) à Universidade.

8. Como preencher a Pasta Verde quando mais de um(a) docente participa, simultaneamente, das aulas, excedendo assim a carga horária total da UC?

No atual sistema, a carga horária que cada docente realiza é registrada na Pasta Verde, mesmo que a carga horária total da UC seja ultrapassada. Todo(a) docente que participa de atividades de ensino em uma UC deve ter sua carga horária computada e registrada. Uma única UC pode ter a participação de diversos(as) docentes, e a carga horária de cada um(a) é registrada pelo(a) docente responsável. Em 2018, a forma de registro na Pasta Verde será aperfeiçoada, de modo a tornar mais transparente essa distribuição de horas.

9. Como lançar a carga horária na Pasta Verde em módulos de estágio que,para o(a) estudante têm uma carga horária, mas para o(a) docente têm outra maior?

Neste caso, cada turma de estágio deve ser registrada separadamente, de maneira a que se registre corretamente a carga horária do(a) docente e dos(as) estudantes (uma entrada na Pasta Verde para cada turma).

10. Como produzir o relatório final?

Quando o(a) docente tiver aberto a Pasta Verde de determinada UC, verá um link na parte superior denominado “Relatórios”, em que há várias opções, como fichas de presença, relação de notas e frequências, carga horária realizada por docente envolvido na UC. Esses relatórios devem ser impressos, assinados e entregues à Secretaria Acadêmica do campus.

11. Como ter acesso à lista de presença de estudantes?

Para ter acesso à lista de presença, é necessário entrar na Pasta Verde e clicar no link ‘Relatórios’, no canto superior esquerdo. Lá aparecerão várias alternativas de relatório, incluindo a lista de presença.

12. Como considerar eventos acadêmicos, como o Congresso Acadêmico e a Recepção a novos(as) estudantes, que acontecem em dias letivos?

Pode-se considerar que a carga horária esteja cumprida, mesmo com a existência de outras atividades acadêmicas – como trabalho de campo e participação em congressos no meio do calendário letivo – desde que pactuado com os(as) docentes, discentes e instâncias acadêmicas pertinentes.

13. Orientador(a) de Iniciação Científica precisa cadastrar essa atividade em algum lugar?

O(a) orientador(a) de Iniciação Científica (IC) fica registrado no banco de dados que compõe o PIBIC, e que é construído e acessado pelos(as) servidores(as) da coordenação de projetos institucionais do PIBIC, vinculado à Pró-Reitoria de Graduação. Tanto orientadores(as) como estudantes têm o direito de receber uma declaração de realização da IC, desde que cumpram com todas as obrigações relativas à mesma, como a apresentação do relatório, a participação no Congresso Acadêmico da Unifesp, entre outras condições que podem ser estabelecidas pela coordenação do PIBIC.

14. A orientação de Iniciação Científica conta na evolução funcional?

Sim, a orientação de IC é considerada uma atividade docente válida para fins de evolução funcional. Por isso, o(a) docente deve fazer referência a ela quando do preenchimento do formulário de progressão.

PAD, PIBID e PET

1. O que é PAD?

O Programa de Aperfeiçoamento Didático (PAD) da Unifesp inscreve-se na política institucional de formação de professores(as) para o Ensino Superior. Dele podem participar mestrandos(as) e doutorandos(as) dos programas de pós-graduação stricto sensu da Unifesp. O PAD é composto por duas etapas: a etapa de preparação pedagógica, por meio da participação em cursos que enfatizam as competências didático-pedagógicos e que são oferecidos pelos programas de pós-graduação stricto sensu (PAD I); e a etapa de estágio em docência, que deve ter no mínimo 30 horas e equivale a créditos que podem ser utilizados na integralização dos mestrados e doutorados (PAD II). O estágio deve ser supervisionado diretamente pelo(a) docente responsável, que permanece junto ao(à) estagiário(a), apoiando-o(a) em sua atividade.

Para mais informações, acesse o link:
http://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais/pad

2. Como é o processo de solicitação para participar no PAD?

As propostas devem ser encaminhadas à Comissão PAD da Pró-Reitoria de Graduação, tendo sido previamente aprovadas pela(s) CEPG do(s) programa(s) de pós-graduação envolvido(s) e pela comissão curricular (coordenação) do curso de graduação sujeito às atividades previstas para o estágio. As propostas precisam conter um plano de ensino detalhando as funções atribuídas ao(à) pós-graduando(a), nomes, titulação e atribuições dos membros da equipe envolvida no estágio, período do estágio, número de vagas, perfil do(a) pós-graduando(a) desejado, critérios de seleção e critérios de avaliação.

Para mais informações, acesse o link:
https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais/pad

3. Quais são as datas para a submissão de propostas ao PAD?

O encaminhamento das propostas segue o sistema de fluxo contínuo. Mas é importante que o(a) candidato(a) considere o período em que seu programa de pós-graduação oferecerá a preparação pedagógica, a ser feita como primeiro passo, bem como o período de início da UC da graduação na qual pretende realizar o estágio didático.

4. Existem bolsas para PAD?

Atualmente não existem bolsas PAD. Contudo, o(a) estudante recebe créditos adicionais que pode utilizar para integralizar o seu curso de pós-graduação.

5. O que é PIBID?

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) tem a finalidade de apoiar a iniciação à docência de estudantes de licenciatura da Unifesp e, ao mesmo tempo, contribuir para a elevação do padrão de qualidade na Educação Básica.

Para mais informações, acesse o link:
https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais/pibid

6. Como o(a) estudante obtém uma bolsa PIBID?

O(a) candidato(a) a uma bolsa PIBID deve ser estudante de um dos cursos de licenciatura da Unifesp, e atender aos critérios de seleção previstos nos editais da ProGrad. Geralmente, os editais pedem um plano de trabalho, bem como uma determinada quantidade de horas de dedicação.

7. Existem bolsas para docentes associados(as) ao PIBID?

Docentes que coordenam o PIBID podem receber uma bolsa se forem selecionados(as) por editais específicos do MEC.

8. Como funcionam as bolsas de coordenação de PET para docentes?

O(a) docente pode receber uma bolsa para coordenar o Programa de Educação Tutorial (PET), que visa desenvolver, em conjunto com estudantes bolsistas, atividades junto à comunidade, em setores diversos. Existem PETs sendo desenvolvidos em alguns campi, para os quais a seleção de docentes/tutores(as) é realizada pelos próprios membros dos projetos, cada vez que expira o prazo máximo de exercício de um(a) tutor(a). Além disso, por vezes o MEC abre editais para novos projetos.

MONITORIA

1. O que é monitoria?

O Programa de Monitoria visa contribuir para a melhoria da qualidade dos cursos de graduação, promover cooperação entre professores e alunos e estimular a iniciação à docência. A seleção de projetos de monitoria se dá a partir de edital publicado pela PROGRAD no primeiro semestre de cada ano. Os projetos podem ser coordenados por um ou mais docentes, e precisam ser aprovados previamente, tanto pela Coordenação do Curso, como pelos responsáveis das UCS. Os docentes com projetos de monitoria aprovados pela Prograd elaboram seus próprios editais para selecionar os estudantes que serão monitores nas UCs, normalmente no mês junho, e em seguida comunicam os nomes dos monitores à PROGRAD. Após o término do projeto de monitoria, o docente responsável deve redigir um relatório sobre os resultados alcançados e os eventuais obstáculos identificados no processo.

Para mais informações, acesse o link:
https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais/monitoria

2. Qual o período para a solicitação de monitoria?

Os editais de monitoria são lançados todo ano, geralmente entre os meses de abril e maio, para inscrições dos projetos de docentes. Os editais locais de cada projeto de monitoria, no qual estudantes se inscrevem, costumam ser lançados pelos(as) próprios(as) docentes em junho. Os projetos de monitoria com concessão de bolsas tendem a ocorrer de agosto a dezembro, podendo ser prolongados até junho do ano seguinte, caso haja disponibilidade de recursos para tal na Universidade.

Para mais informações, acesse o link:
https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais/monitoria

3. Como funciona a Bolsa Monitoria para estudantes da graduação?

O(a) bolsista de graduação selecionado(a) por meio de edital, lançado normalmente no primeiro semestre, recebe a bolsa monitoria mensalmente, depositada em sua conta, durante o desenvolvimento da UC. A condição para isso é que desenvolva a contento as atividades previstas no projeto de monitoria, contribuindo com o processo ensino-aprendizagem, através do apoio aos(às) demais estudantes.

4. Como saber se determinada UC tem previstas atividades de monitoria?

A inserção de atividades de monitoria nas UCs depende de discussão prévia nos coletivos dos cursos e departamentos, já que é também uma atividade pedagógica, que visa tanto o apoio a estudantes, como o estímulo a experiências de iniciação à docência. Do ponto de vista de estudantes, a divulgação das UCs com vagas de monitoria – e eventualmente bolsas – aprovadas pela ProGrad é feita por meio de editais locais, formulados pelos(as) próprios(as) docentes, normalmente no mês de junho.

MOODLE

1. O que é Moodle?

É uma plataforma de aprendizagem à distância, baseada em software livre.
Moodle é um acrônimo de Modular Object Oriented Distance Learning. Trata-se de um ambiente virtual para criação de cursos online. Caracteriza-se como um software livre de apoio aos processos de ensino e de aprendizagem.
Atualmente, muitas instituições educacionais utilizam esse ambiente não apenas para dar suporte às ações de Educação a Distância, mas também aos cursos presenciais. Na Unifesp, o Moodle está disponível, por enquanto, somente para docentes que atuam na graduação, de forma opcional.

2. Como o(a) docente pode usar o Moodle da Unifesp?

Primeiramente, o(a) responsável pela UC deve cadastrar professores(as) e respectivas cargas horárias na Pasta Verde. Na sequência, o(a) docente deve preencher o formulário de indicação de interesse no uso educacional do Moodle, nos períodos indicados no calendário acadêmico da graduação. Professores(as) que são inseridos(as) na Pasta Verde após o período de manifestação de interesse no Moodle só poderão usar a plataforma fazendo uma solicitação à Câmara de Graduação de seu campus.

Link: https://grad.sead.unifesp.br/login/index.php.

3. Como se capacitar para uso do Moodle?

O curso de capacitação à distância para o Moodle começou a ser oferecido em março de 2017. Os cursos de capacitação não são ofertados em períodos regulares, nem de forma contínua, portanto para participar das capacitações, o(a) docente deve estar atento aos informes que são veiculados nos portais da Graduação e da Secretaria de Educação a Distância (SEAD). Existem também tutoriais no Youtube que os(as) docentes poderão acessar caso tenham interesse.

4. Existe suporte para o Moodle? Quem fornece?

Sim, existe. O suporte a docentes é prestado por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) do respectivo campus, por meio de área de mesmo nome (TI), no Moodle.

Para mais informações, acesse o link de acesso ao suporte aos(às) docentes no Moodle da graduação:
https://grad.sead.unifesp.br/course/view.php?id=3

5. Posso diminuir minha carga horária de aulas presenciais, se eu utilizar o Moodle?

Não, pois como consta no termo de indicação de interesse em Educação à Distância (EAD), disponível em, o uso do Moodle voltado às disciplinas presenciais é restrito ao apoio pedagógico. A oferta de disciplinas semipresenciais, nos termos da Portaria MEC nº 4.059, de 10/12/2004, só poderá ser efetivada nos cursos de graduação reconhecidos pelo MEC e deverá estar prevista no Projeto Pedagógico do Curso, conforme estabelecido pelo Regimento Interno da ProGrad (Art. 77).

As atividades realizadas no Moodle são computadas na carga horária da UC, entretanto, a plataforma deve ser usada exclusivamente como apoio ao curso presencial. Até o presente momento, nenhum curso de graduação presencial da Unifesp possui Projeto Pedagógico do Curso (PPC) com indicação de oferta de 20% de carga horária na modalidade a distância.

6. Podem ser colocados no Moodle livros escaneados? E capítulos de livros? Ou isso pode acarretar um processo judicial?

Não, pois conforme o ítemDas responsabilidades de todos os usuários no termo de indicação de interesse EAD, disponível em , deve-se respeitar a propriedade intelectual, não copiando, modificando, usando ou divulgando em todo ou em parte, textos, artigos, programas ou qualquer outro material, sem a permissão expressa, por escrito, do(a) detentor dos direitos autorais e/ou patrimoniais da obra.

UCs

1. Quando é possível cadastrar novas Unidades Curriculares (UCs)?

As Unidades Curriculares (UCs) só podem ser cadastradas após aprovação nas Comissões de Curso, nas Câmaras de Graduação e na Direção Acadêmica. As datas para cadastramento de UCs são estabelecidas no planejamento acadêmico anual, negociadas com as Câmaras de Graduação e com a Direção Acadêmica de cada campus. É importante salientar que qualquer inserção de nova UC implica na alteração dos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs), bem como de suas matrizes e currículos, o que exige uma série de procedimentos nas instâncias mencionadas, além de aprovação do Conselho de Graduação da Unifesp.

2. Qual a diferença entre UCs que valem créditos e UCs que valem horas-aula?

No regimento da ProGrad, consta que a carga horária das UCs pode ser contabilizada de ambas as maneiras, por horas ou por créditos. A relação entre horas e créditos definida no Regimento da ProGrad é a seguinte: 1 crédito equivale a 18 horas.

Para mais informações, acesse o Regimento da ProGrad.

3. Quais UCs o(a) docente tem a obrigação de ministrar?

As UCs que serão responsabilidade de cada docente são definidas nas instâncias de deliberação do curso, as Comissões de Curso, em conjunto com os Departamentos Acadêmicos. A atribuição dependerá ao mesmo tempo da área do(a) docente e das necessidades do curso, entre outros fatores. A ideia é que o(a) docente possa contribuir com a construção coletiva dos cursos.

FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO

1. Quais são as instruções institucionais quanto à aplicação de listas de frequências aos(às) estudantes?

É importante que os(as) docentes se responsabilizem pelo registro da frequência de estudantes, pois esta é uma condição fundamental para a aprovação nas UCs e dela derivam consequências administrativas e civis. Porém, a forma como o(a) docente realiza o registro dependerá dele. A Pasta Verde oferece a possibilidade de se imprimirem listas de frequência com ou sem assinatura de estudantes. A frequência mínima exigida para aprovação nas UCs é de 75%. A frequência de cada estudante deve ser registrada na coluna específica da Pasta Verde, ao final da UC.

2. Quais são os critérios de avaliação de estudantes?

Os critérios de avaliação de estudantes nas UCs devem seguir o que está previsto nos Planos de Ensino, podendo variar entre provas, seminários, trabalhos individuais ou em grupo, trabalho de campo, participação em sala de aula, entre outros critérios propostos pelo(a) docente e discutidos com os(as) estudantes no primeiro dia de aula, junto com a apresentação da programação da UC. Devem-se também considerar os parâmetros de nota e frequência mínima adotados pela Unifesp. Atualmente a média mínima para aprovação em qualquer UC é 6,0. Se o(a) estudante tiver média entre 3,0 e 6,0, ficará de Exame. A soma da nota do Exame com a média anteriormente verificada na UC, dividida por 2 (a média final, portanto), deverá também ser no mínimo de 6,0, para que o(a) estudante seja aprovado(a). Em relação à frequência, o mínimo exigido para aprovação é 75% de presença.

3. Como é feita a avaliação continuada de discentes e de egressos? Quais os mecanismos que são utilizados para tomada de decisão a partir das avaliações?

As avaliações são realizadas pela Coordenadoria de Avaliação da ProGrad e também pelos próprios cursos de graduação. As avaliações trazem informações importantes para serem utilizadas no planejamento das ações e na superação de desafios.

4. Quais são os indicadores para os cursos de graduação?

Tanto a Comissão Própria de Avaliação (CPA), como a Procuradoria Institucional da Unifesp geram dados relativos aos cursos de graduação, geralmente provindos da ProGrad. Esta utiliza seus dados para desenvolver projetos de avaliação, tais como: avaliações de UCs, avaliações de egressos(as), estudos sobre evasão etc. Alguns estudos são realizados em parceria com a Prae, como é o caso do perfil socioeconômico de estudantes.

Os estudos desenvolvidos encontram-se no site da ProGrad.

Para mais informações, acesse o link:
Graduação em números
Comissão Própria de Avaliação
Unifesp em Números

Diversos: PPCs, estrutura para docentes, visitas técnicas com estudantes

1. Como ter acesso aos programas oferecidos pela Universidade no eixo Ensino?

O melhor lugar para obter informações sobre os programas institucionais desenvolvidos no campo do ensino pela Unifesp é o endereço https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/programas-institucionais..

2. Como acessar os Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs)?

Os Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs) podem ser acessados no site da ProGrad.

O link para acessá-los é: https://www.unifesp.br/reitoria/prograd/pro-reitoria-de-graduacao/cursos/projetos-pedagogicos.

3. Que estrutura a Universidade disponibiliza ao(à) docente para exercer suas atividades de ensino?

A estrutura oferecida ao(à) docente dependerá do campus a que pertence. Boa parte dos campi possui estruturas novas e prédios próprios, mas outra parte depende de prédios alugados e de instalações mais antigas. O acesso a equipamentos de informática, o apoio logístico, as funções da Secretaria etc. precisam ser verificados caso a caso, localmente, junto à Diretoria Acadêmica.

4. Como faço para levar meus(minhas) estudantes em visitas organizadas fora da instituição?

Normalmente, atividades pontuais como visitas técnicas podem ser combinadas diretamente com as instituições, com a autorização da Coordenação de Curso, do Departamento ou da Direção de Campus. Caso essas atividades impliquem maior vínculo em termos de tempo e continuidade, será necessária a realização de um convênio entre a Unifesp e outra instituição. A questão do transporte até os locais de visita dependerá de decisões e condições de cada campus, considerando a disponibilidade de recursos.

5. Quais as atribuições da coordenação de curso de graduação?

A Coordenação dos cursos de Graduação da Unifesp é de responsabilidade de uma equipe liderada pelo coordenador e o vice coordenador, com a colaboração ativa dos membros da comissão de curso.
Para mais informações, consulte o Manual de orientações para a coordenação dos cursos de graduação – Unifesp.