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PESQUISA/PÓS GRADUAÇÃO

 

Credenciamento na Pós-Graduação

1. Como ter acesso às normativas que regem os Programas de Pós-Graduação na Unifesp?

Pelo Regimento Interno da ProPgPq, que se encontra na página da ProPgPq, disponível no link: http://www.unifesp.br/reitoria/propgpq/2014-08-29-19-31-24/2014-09-15-22-30-12

2. Como realizar o credenciamento para ser orientador(a) nos Programas de Pós-Graduação da Unifesp, quais são as exigências e pré-requisitos?

Os critérios mínimos para ser orientador(a) dependem, na maioria das vezes, do próprio Programa de Pós-Graduação para o qual o(a) docente se candidata, já que as especificidades de cada área do conhecimento variam muito. A ProPgPq acompanha esses critérios e verifica sua pertinência em relação ao seu regimento de funcionamento.

Mais informações podem ser acessadas no documento Regimento Interno da ProPgPq.

3. Um(a) docente que não queira se credenciar na pós-graduação será prejudicado(a) em sua avaliação e em sua progressão na carreira?

Na Unifesp, e possivelmente na maioria das IES, orientar estudantes de Pós-Graduação faz parte da atividade do(a) docente e será considerado no momento da progressão funcional. Entretanto, a progressão se faz por uma somatória de atividades e, consequentemente, um tipo de atividade pode compensar a falta de outra. Além disso, as agências de fomento à pesquisa levam esta atividade muito a sério. Muitas delas só financiam pesquisa caso o solicitante participe de atividades de pós-graduação.

4. Se nos processos seletivos (concursos) o(a) docente é obrigado(a) a apresentar projeto de pesquisa, sendo avaliados(as) pela produtividade científica para ingressar na Universidade, por que razão não é permitido o credenciamento automático de todos os(as) docentes ingressantes nos programas de pós-graduação da Unifesp?

As condições para admissão na carreira docente são diferentes daquelas que tornam um(a) pesquisador/docente apto(a) a se tornar um orientador(a) de pós-graduação. No último caso, existem habilidades e conhecimentos da área de atuação que vão além das condições necessárias para ser aprovado(a) em concurso. Tanto é verdade que muitos programas preferem que o(a) candidato(a) a essa função atue, inicialmente, como coorientador(a) ou orientador(a)-colaborador(a), antes de ser avaliado(a) como orientador(a) pleno(a).

5. Dentre todas as tarefas e produções do(a) docente o que é pontuado na pós-graduação?

Idealmente, espera-se que o(a) docente de pós-graduação tenha condições de:
• Elaborar um projeto de pesquisa próprio, com perguntas relevantes para a área de conhecimento,
• Conhecer os instrumentos necessários para buscar as respostas mais apropriadas,
• Conhecer e difundir os aspectos éticos da atividade de pesquisa,
• Ser capaz de captar recursos externos à IES para financiamento de suas atividades e aquela de estudantes,
• Ter projeção nacional e internacional em sua área de conhecimento e ser respeitado pelos pares.
• De forma relevante, ter habilidade suficiente para transformar um(a) não pesquisador(a) em um(a) que seja capaz de trazer avanços para o conhecimento específico.

Esse conjunto de atividades e formas de fazer, para além de uma simples pontuação quantitativa, é avaliado também pelo comprometimento do(a) docente com sua área de atuação, com a Instituição onde trabalha e pela dedicação à formação dos mais jovens.

6. Quais são os principais programas institucionais relacionados à pesquisa e ao funcionamento da Pró-Reitoria e das Câmaras de Pós-graduação e Pesquisa? Como ter acesso a esses programas?

A Unifesp possui os seguintes Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu: Mestrado Profissional, Mestrado Acadêmico e Doutorado. Todos os programas estão relacionados na página da ProPgPq com os respectivos links de acesso para cada programa.

Para mais informações, acesse o Link: http://www.unifesp.br/reitoria/propgpq/pos-graduacao/stricto-sensu/cursos/mestrado-e-doutorado

7. O que é Plataforma Brasil e qual a necessidade de o(a) docente se cadastrar nessa plataforma para fazer pesquisas?

A Plataforma Brasil é um meio eletrônico coordenado pelo Ministério da Saúde para que se registrem os projetos de pesquisa que envolvam seres humanos. Por esta plataforma é possível acompanhar as pesquisas em seus diferentes estágios, desde sua submissão até a aprovação final, desde a fase de campo, até o envio parcial ou final de relatórios de pesquisa.

Para mais informações visite o site da Plataforma Brasil: http://plataformabrasil.saude.gov.br/login.jsf

BOLSAS DE PESQUISA

8. Quais são os tipos de bolsas para a pós-graduação?

Para a formação do(a) pós-graduando(a) com vistas à obtenção do título de Mestre(a) e Doutor(a) existem as bolsas correspondentes (M e D) financiadas pelo CNPq, pela CAPES e pela FAPESP. Em situações especiais, pode-se obter bolsa de um setor econômico interessado no desenvolvimento de sua área de atuação.

As bolsas do PIBIC-CNPq, ou outras bolsas similares, são destinadas a estudantes de graduação interessados(as) em participar de atividade de pesquisa.

Mais informações sobre bolsas podem ser acessadas no site da ProPgPq.

9. Como estudantes poderão obter bolsas de Pós-Graduação e Pesquisa? São os(as) docentes que precisam ter um projeto para oferecer-lhes bolsas? Como acessar o regimento dessas regras?

As bolsas de M e D são obtidas através de solicitação específica e direta para a FAPESP, ou são concedidas ao Programa de Pós-Graduação pelo CNPq e CAPES. No caso dessas últimas agências, o Programa estabelece critérios próprios (pré-requisitos para candidatos(as) à bolsa e período de concessão da bolsa) para a alocação dessas bolsas. Nem sempre é obrigatório que o(a) professor(a)-orientador(a) tenha projetos de pesquisa para seus(suas) orientandos(as). Entretanto, e como orientador(a), ele(a) deve ter condições de auxiliar o(a) estudante a buscar as perguntas mais apropriadas para sua formação e conhecer as condições para que as melhores respostas sejam obtidas. O(a) orientador(a) deve estar, sempre, ao lado do(a) estudante, pois a responsabilidade pelo bom encaminhamento da formação esperada é uma via de mão dupla entre orientador(a) e o orientando(a).

10. Como saber quantas bolsas os programas de pós-graduação disponibilizam a estudantes de mestrado e doutorado?

No caso das agências CNPq e CAPES, essas informações são encaminhadas aos Programas, geralmente, no mês de março de cada ano.

11. Como ter bolsa produtividade em pesquisa?

A bolsa de produtividade em pesquisa ou em desenvolvimento tecnológico, ambas financiadas pelo CNPq, é baseada no mérito do(a) candidato(a) avaliado(a) por seus pares e pela Diretoria do CNPq. Para tanto, a solicitação deve ser feita online no portal Carlos Chagas do CNPq a partir de chamadas específicas para este fim anunciadas pela agência em seu portal. Essas chamadas não têm data específica para ocorrer, portanto, deve-se estar atento(a) à página do CNPq.

12. A oferta Institucional de bolsas é divulgada por e-mail para os(as) docentes?

Não. As informações relacionadas às bolsas de M e D são de responsabilidade dos Programas de Pós-Graduação.

13. O que é o período probatório do estudante na pós?

Alguns programas de Pós-Graduação da Unifesp estabelecem a necessidade de estágio probatório aos candidatos ao M ou D. Esse período é utilizado para avaliação mais cuidadosa do(a) candidato(a) em relação a suas habilidades e à capacidade de dedicação à atividade de pesquisa.

FINANCIAMENTO

14. Há linhas de financiamento de pesquisa na própria Unifesp?

Não. As condições atuais de financiamento à Educação, Ciência e Tecnologia não permitem que essa atividade seja apoiada pela Unifesp. Assim, estimula-se que pesquisadores busquem financiamento através das agências de financiamento à pesquisa, públicas ou privadas, nacionais ou internacionais. A ProPgPq coloca em seu portal informações sobre os editais abertos pelas diferentes agências. Além disso, costuma enviar e-mails dirigidos para pesquisadores(as) que podem se candidatar a editais específicos dirigidos à sua área de atuação. Sugere-se que interessados(as) visitem, rotineiramente, as páginas das principais agências nacionais de fomento à pesquisa (FAPESP, CAPES, CNPq e FINEP).

Para mais informações, acesse o link: https://www.unifesp.br/reitoria/propgpq/pesquisa/pesquisa/agencias-de-fomento

15. A Unifesp tem verbas para apoiar a participação em eventos ou viagens de pesquisa?

Não. As condições atuais de financiamento à Educação, Ciência e Tecnologia não permitem que essas atividades sejam financiadas pela Unifesp. Entretanto, as agências de fomento podem financiar este tipo de atividade, quer através de uma demanda específica para esse fim, quer, no caso do(a) pesquisador(a) ter projeto aprovado por uma das agências, o financiamento de viagens pode estar incluído no orçamento do próprio projeto.

16. A Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (FAP) pode apoiar o(a) pesquisador(a)/docente da Unifesp?

O apoio aos docentes realizado pela FAP-Unifesp para o desenvolvimento de projetos de pesquisa depende do tipo de apoio solicitado e da sua relação com projetos de interesse institucionais. A FAP pode esclarecer especificamente e com maior propriedade seus instrumentos de atuação.

Para mais informações, visite o site da FAP Unifesp

17. Como funcionam os grupos de pesquisa de docentes junto aos órgãos financiadores de pesquisa?

O financiamento à pesquisa pode ser feito a um(a) pesquisador(a) individual que possua linha de pesquisa própria e condições para desenvolvê-la de forma adequada. Entretanto, e cada vez mais, as agências nacionais preferem destinar apoios financeiros mais vultosos para grupos de pesquisa que atuam de forma convergente. Assim, os projetos nominados como Temático, Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (PRONEX), Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), etc., apresentam essas características de apoio aos grupos de pesquisa.

Para mais informações, acesse os links indicados.

18. Como solicitar pagamento de despesas de membros importantes para a banca, mas que residem fora de São Paulo?

A CAPES libera, anualmente, uma pequena quantia em dinheiro, conhecida como Programa de Apoio à Pós-Graduação (PROAP) ou Programa de Excelência Acadêmica (PROEX), destinada às atividades administrativas dos Programas de Pós-Graduação. O Programa tem autonomia na destinação dessa verba, a qual pode, também, ser utilizada para esse fim.

Para mais informações, acesse o link: https://www.unifesp.br/reitoria/propgpq/pesquisa/pesquisa/proap-capes-e-pnpd

19. Uma vez que os programas de pós recentes têm notas ainda baixas e não recebem verbas de agências externas, existem editais, bolsas ou auxílios dentro da Unifesp para a realização de eventos internacionais, viagens de pesquisa ou participação de congressos fora de São Paulo?

Considerando a situação econômica atual, a Unifesp não tem um programa específico para este fim. As verbas oriundas das agências de fomento (PROAP Institucional-CAPES ou RESERVA TÉCNICA Institucional-FAPESP) podem, em situações especiais, ser destinadas para esse fim. Entretanto, as solicitações são sempre encaminhadas via Câmaras de Pós-Graduação das Unidades Acadêmicas e avaliadas em relação às prioridades estabelecidas por essas mesmas câmaras.

PUBLICAÇÃO

20. Existe alguma normativa na Unifesp no que que diz respeito à publicação de artigos em periódicos?

Não existe uma normativa nesse sentido dentro da Unifesp, pois as áreas do conhecimento tratam o assunto de forma diversificada. Entretanto, a Universidade recomenda a seus(suas) docentes-pesquisadores(as) que publiquem em revistas consolidadas e respeitadas dentro de cada área do conhecimento, evitando as, assim chamadas, editoras predatórias.

PROJETO DE PESQUISA

21. Como cadastrar um projeto de pesquisa, mesmo sem financiamento? É necessário submeter os projetos de pesquisa a alguma instância da Instituição para apreciação?

Todos os projetos de pesquisas elaborados por pesquisadores(as) que atuam na Unifesp devem ser, inicialmente, registrados na Disciplina/Departamento/Centro/Unidade Acadêmica ao(à) qual o(a) pesquisador(a) está ligado(a) profissionalmente. Em seguida, e sempre antes do início do projeto, ele deve ser enviado ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Unifesp. Esses passos são importantes para que a Instituição, independentemente da autonomia intelectual dos(as) pesquisadores, conheça e encaminhe adequadamente as pesquisas realizadas em seu ambiente.

22. Quais os grupos de pesquisas de cada campus? Quais áreas de pesquisas e linhas a unidade universitária tem?

As linhas de pesquisa desenvolvidas na Unifesp estão, em sua maioria, acopladas aos programas de Pós-Graduação e, para conhecê-las, basta visitar a homepage específica de cada programa. Há, também, um grande conjunto de pesquisas não diretamente ligadas aos Programas de Pós-Graduação e, normalmente, estão elencadas nas homepages dos Departamentos/Unidades de cada campus. Pode-se, alternativamente, visitar o Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq (lattes.cnpq.br) e buscar aqueles que estão registrados em nome da Unifesp.

23. Há possibilidade de realização de pesquisa conjunta por pesquisadores(as) que atuam nos diferentes campi da Unifesp?

Sim, pois há questões científicas que se beneficiam, em muito - e muitas vezes só podem ser solucionadas através -, da visão de conjunto obtida pela interação entre pesquisadores(as) com formações diversas. É o que se tem chamado de convergência do conhecimento e que tem propiciado a busca de solução adequada para problemas complexos. A Unifesp tem vários grupos de pesquisa atuando dessa forma convergente.

PÓS-DOUTORADO

24. É esperado do(a) docente que ele(a) se envolva em programas de pós-doutorado?

A capacidade de um(a) docente em se tornar supervisor de estágio de pós-doutorado deve ser avaliada pela Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa de cada Unidade Acadêmica. Nem todo orientador de M e D tem condições para isso. Mas cada área do conhecimento deve estabelecer seus critérios para tanto.

Para mais informações, acesse o link: https://www.unifesp.br/reitoria/propgpq/pos-graduacao/pos-doutorado/instrucoes-e-normas

25. Como o(a) docente pode abrir um programa de pós-graduação na Unifesp, ou criar uma linha de pesquisa?

O processo depende da área do conhecimento, do interesse institucional e, principalmente, da experiência daqueles que propõem a criação de um Programa de Pós-Graduação.

Toda a documentação e o fluxo de encaminhamento encontram-se na página da ProPgPq, e deverão estar em conformidade com os critérios estabelecidos pela CAPES para seu credenciamento.

INFRAESTRUTURA

26. Os(as) docentes ingressantes têm condições de infraestrutura para desenvolver suas pesquisas e envolver estudantes da graduação e pós-graduação?

A criação de infraestrutura de pesquisa é atividade dinâmica, pois há a contratação de novos(as) pesquisadores (docentes ou não), a emergência de novas áreas de pesquisa, o avanço tecnológico de áreas mais tradicionais, aumento na procura de formação pós-graduada etc. A situação econômica dos últimos anos não permite acompanhar essa atividade tão dinâmica e, na grande maioria das Instituições de Ensino Superior (IES) e dos Institutos de Pesquisa nacionais há demanda urgente por infraestrutura adequada. Não há, no curto prazo, solução prevista para o atendimento de todas as demandas.